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Carlos Moedas: “Foram dez anos de socialismo, de estagnação e de resignação”

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa defendeu na convenção da Aliança Democrática, no Centro de Congressos do Estoril, que o país tem que mudar de Governo: “A esquerda tem medo da audácia”, referiu o edil, dando como exemplo a criação da fábrica de unicórnios em Lisboa.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, intervém na convenção da Aliança Democrática (AD), encontro com o objetivo de apresentar um projeto de governo para as eleições legislativas de 10 de março, no Estoril, Cascais, 21 de janeiro de 2024. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
21 Janeiro 2024, 18h13

Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, teceu fortes críticas ao Partido Socialista e acusou o PS de conduzir o país para dez anos de estagnação e de resignação.

“Foram dez anos de socialismo, de estagnação e de resignação. No PS vemos irresponsabilidade e desresponsabilização. Nós fazemos, nós concretizamos”, destacou o edil de Lisboa.

O antigo comissário europeu que ganhou a Câmara de Lisboa a Fernando Medina não deixou de mencionar Pedro Passos Coelho, o grande ausente desta convenção: “Sempre melhorámos a vida das pessoas, como aconteceu com um Governo do qual me orgulho de ter feito parte, com Pedro Passos Coelho”.

O social-democrata acusou ainda os socialistas, em conjunto com o Bloco de Esquerda e PCP, de acabar com a política de imigração: “O PS e a extrema-esquerda acabaram com a política de imigração e hoje temos um drama humanitário. Hoje temos um país que recebe as pessoas sem dignidade. Depois, têm que ser as autarquias a resolver os problemas”.

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