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Ministro das Finanças assinala progressos alcançados durante a Presidência Portuguesa

O governante considerou que, após vários meses de trabalho árduo, nos últimos dias foram alcançados marcos históricos para a União Europeia. Depois da ratificação da Decisão dos Recursos Próprios por todos os 27 Estados-Membros em tempo recorde, a Comissão Europeia foi aos mercados para uma primeira emissão conjunta de dívida. “Com a procura a superar a oferta mais de sete vezes, e com a taxa próxima de zero, esta primeira emissão de 20 mil milhões foi um verdadeiro sucesso”, considerou João Leão.
Portuguese Minister of State for Finance Joao Leao attends an Informal video conference of Economic and Finance Ministers (ECOFIN) under the Portuguese Presidency of the Council, in Lisbon, Portugal, 16 April 2021. Ministers will focus on the economic recovery in Europe. They are expected to exchange views on the economic situation and outlook, the implementation of the Recovery and Resilience Facility and the financing of Next Generation EU. ANTONIO PEDRO SANTOS/LUSA
19 Junho 2021, 16h07

O Ministro de Estado e das Finanças, João Leão, faz um balanço positivo dos trabalhos do Ecofin nos últimos seis meses. Após ter presidido à última reunião de ministros das Finanças e da Economia dos 27 Estados-Membros, João Leão lembrou que Portugal presidiu ao Conselho da União Europeia num período “muito desafiante para a Europa e para o Mundo”, mas que “progressos a vários níveis foram alcançados”, pode ler-se no portal da Presidência Portuguesa da União Europeia (2021portugal.eu).

” No Ecofin que ocorreu no mês passado, em Lisboa, tanto eu como os meus colegas partilhámos da mesma opinião: de que o pior momento da desaceleração económica já teria passado e de que a retoma estava em andamento. Hoje, essa convicção é ainda mais firme. É com muita satisfação que passamos a pasta num momento em que a retoma económica já se faz sentir e temos perspetivas económicas muito positivas para a segunda metade do ano”, defende João Leão, ministro de Estado e das Finanças.

O governante considerou que, após vários meses de trabalho árduo, nos últimos dias foram alcançados marcos históricos para a União Europeia. Depois da ratificação da Decisão dos Recursos Próprios por todos os 27 Estados-Membros em tempo recorde, a Comissão Europeia foi aos mercados para uma primeira emissão conjunta de dívida. “Com a procura a superar a oferta mais de sete vezes, e com a taxa próxima de zero, esta primeira emissão de 20 mil milhões foi um verdadeiro sucesso”, considerou João Leão.

Na última semana foram também aprovados os primeiros Planos de Recuperação e outros 12 planos deverão ser aprovados pela Comissão até ao final da Presidência Portuguesa. “Estamos agora muito perto de trazer os planos para a economia real. Em breve, poderemos começar a executar as reformas e os investimentos que irão reformar o nosso continente e preparar as bases para uma União mais forte e mais resiliente”, disse o ministro português das Finanças.

Para João Leão, a decisão de manter a Cláusula de Escape em 2022 foi outro marco importante da Presidência Portuguesa, um “sinal de coordenação inédita entre os Estados-Membros para manter a recuperação no topo das prioridades”.


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