Ex-primeira-ministra do Bangladesh condenada a sete anos de prisão por corrupção

A líder da oposição e antiga primeira-ministra do Bangladesh, Khaleda Zía, atualmente a cumprir pena de prisão, foi esta segunda-feira, 29 de outubro condenada a mais sete anos de prisão por crimes de corrupção, a poucos meses de eleições gerais no país.

O tribunal condenou Begum Khaleda Zía a sete anos de prisão e multou-a com um milhão de takas (cerca de 10.320 euros), prevendo uma sentença extra de prisão se não pagar a multa, disse aos jornalistas o advogado da acusação, Mosharraf Hossain Kajol.

A ex-governante já havia sido condenada, em fevereiro, a uma pena de cinco anos de prisão por crimes de corrupção e de abuso de confiança.

No início deste mês, um tribunal do Bangladesh condenou 19 pessoas à morte e outras 19 a prisão perpétua por um ataque realizado há 14 anos numa manifestação política da então líder da oposição e agora primeira-ministra, Sheikh Hasina.

O filho da ex-primeira-ministra Khaleda Zia, Tarique Rahman, foi condenado a prisão perpétua.

A rivalidade entre Sheikh Hasina e Khaleda Zia moldou a política de Bangladesh no último quarto de século.

Recomendadas

Juiz rejeita pedido da defesa de Ricardo Salgado para levantar cauções de três milhões de euros

Os advogados do ex-banqueiro exigiam a devolução das cauções prestadas no valor de três mil milhões de euros e, adicionalmente, também pediram que fossem levantados os 10,7 milhões de euros apreendidos nas contas bancárias na Suíça e outros bens.

ERSE. Tribunal condena Goldenergy a pagar multa no valor de 40 mil euros

Tribunal da Relação de Lisboa e o Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão confirmaram a decisão da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) por multar a Goldenergy por não dispor de um sistema de atendimento telefónico eficaz entre 2014 e 2015.
luís_menezes_leitão_bastonário_ordem_advogados

Advogados elogiam pedido de constitucionalidade da lei que obriga denúncias de evasão fiscal

A Provedora de Justiça pediu ao Tribunal Constitucional a 15 de setembro que fiscalize a lei publicada a 21 de julho de 2020 que transpôs uma diretiva europeia, estabelecendo a obrigação de comunicação à AT a de determinados mecanismos internos ou transfronteiriços com relevância fiscal.
Comentários